Quais são os primeiros sintomas da dengue?
Febre alta de início súbito, dor atrás dos olhos e dores no corpo são os sintomas mais frequentes. Entenda o que aparece primeiro e quando a doença se agrava.
Ler artigoTextos curtos que respondem a dúvidas específicas e levam para a página da doença correspondente, onde o assunto é tratado por completo.
O texto mais recente desta lista foi atualizado em 16 de outubro de 2026.
Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica, um exame físico nem a orientação individual de um profissional de saúde. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure uma unidade de saúde. Ler o aviso médico completo
Febre alta de início súbito, dor atrás dos olhos e dores no corpo são os sintomas mais frequentes. Entenda o que aparece primeiro e quando a doença se agrava.
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Na maioria dos casos não é preciso exame: o que orienta o tratamento é o estado de hidratação. Os exames de fezes entram quando aparecem sinais específicos.
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O tratamento começa com soro de reidratação oral, distribuído gratuitamente pelo SUS. Manter a alimentação e usar zinco nas crianças encurta o episódio.
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Água tratada, saneamento e lavagem das mãos são a base da prevenção. A vacina contra o rotavírus protege as crianças das formas graves.
Ler artigoCada artigo pertence a um dos grupos da enciclopédia, e o grupo diz de que distância ele trata o assunto: a dúvida pontual de quem está bem, a dúvida do dia a dia de quem convive com uma condição.
É a doença causada por um agente que entra no corpo de fora: vírus, bactéria, parasita ou fungo. Duas perguntas organizam quase tudo que se precisa saber sobre ela, e os verbetes deste grupo respondem às duas: como o agente entra, e o que quebra esse caminho.
O modo de entrada muda o que se faz. Dengue, zika e chikungunya entram pela picada de um mosquito, por isso a base da prevenção está no criadouro e na pele; a chikungunya já tem vacina registrada no Brasil, aplicada hoje em municípios selecionados, o que não tirou do controle do mosquito o seu lugar principal. A tuberculose entra pelo ar, e por isso o que corta a transmissão é o diagnóstico rápido seguido do tratamento até o fim. HIV e hepatites entram por sangue, relação sexual sem proteção e da gestante para o bebê, e têm medidas com prazo marcado. A malária segue o mosquito, mas com geografia: circula em área de mata e de rio, não no asfalto da capital.
O que estes verbetes têm em comum é o tempo. Uma infecção pode passar de quadro leve a quadro grave em horas, e a linha que separa os dois costuma ser visível: no caso da dengue, ela aparece quando a febre começa a ceder, e não quando ela está no ponto mais alto.
Quase todas as doenças deste grupo têm tratamento oferecido gratuitamente pelo sistema público brasileiro, e algumas têm cura declarada, como a tuberculose e a hepatite C. O texto de cada verbete diz qual é o tratamento e onde ele é entregue.
Prevenção é o que se faz antes de adoecer, e ela tem duas velocidades. Uma é a do hábito, que age em anos: parar de fumar, medir a pressão em casa, comer com menos sal, manter movimento. A outra é a do relógio, que age em horas: a profilaxia contra o HIV em até 72 horas depois de uma exposição, a vacina contra a hepatite B nas primeiras horas de vida, o soro de reidratação oral que começa no primeiro episódio de diarreia.
Os textos deste grupo tratam das duas. A razão de separá-las é prática: as medidas de hábito funcionam porque são sustentáveis, e as medidas de prazo só funcionam porque são conhecidas antes de a situação aparecer. Ninguém decide o que fazer nas primeiras 72 horas no momento em que elas começam.
Boa parte da prevenção no Brasil passa pelo Sistema Único de Saúde, e os textos deste grupo dizem onde cada medida é oferecida: vacina é rotina de unidade básica, sem agendamento e sem custo; o teste rápido para HIV e hepatites está disponível na rede pública; o tratamento da tuberculose e a profilaxia pós-exposição ao HIV têm endereço e tempo definidos.
É a condição que permanece. Não se pega e não se passa adiante: a hipertensão, o diabetes, a asma e a DPOC acompanham a pessoa por anos, e o que decide o desfecho não é um episódio, é a continuidade do cuidado.
Por isso o capítulo mais útil de um verbete crônico raramente é o dos sintomas. Hipertensão é o exemplo extremo: ela costuma não dar sinal nenhum até a complicação, e é justamente por isso que a medição periódica tem mais valor do que a descrição de uma crise que quase ninguém sente. No diabetes, o dado que importa é a glicose média ao longo das semanas, não a leitura de um dia.
A segunda diferença está no que se monitora. Em uma infecção, o fim do tratamento encerra o caso; em uma condição crônica, o acompanhamento é o tratamento. Exames repetidos, dose ajustada, medicação tomada mesmo sem sintoma: é essa rotina que segura a complicação no olho, no rim, no pé, no coração e no cérebro, onde estas doenças terminam quando não controladas.
O que reduz o risco é conhecido e está escrito nos verbetes deste grupo: menos sal e menos ultraprocessado, movimento regular, peso controlado, nada de fumo, e o tratamento do que já foi diagnosticado. Nada disso substitui a medicação indicada por quem acompanha o caso.
Criança não é um adulto pequeno, e a informação que serve para uma não serve sempre para a outra. O que se observa em um bebê são sinais diferentes: na diarreia, o que conta é a boca seca, o choro sem lágrimas, os olhos fundos e a urina que aparece rara; na dengue, a criança pequena está entre os grupos com maior risco de complicação; e o calendário de vacinas tem idades precisas, que a rotina do adulto não tem.
Este grupo reúne o que já está publicado sobre a infância na enciclopédia e aponta onde os verbetes tratam especificamente da criança: a gastroenterite, em que a desidratação evolui depressa; a dengue, para a qual o bebê é grupo de risco de complicação; e a tuberculose, em que a investigação de quem mora com a pessoa doente começa antes de qualquer sintoma aparecer.
A vacinação de rotina é o texto mais consultado deste grupo, e com razão: o calendário básico é uma das medidas preventivas de maior efeito coletivo oferecidas de graça no país.
Um verbete descreve a doença inteira. Um artigo toma uma única dúvida e a segue até o fim: quanto tempo pode durar a dor nas articulações depois de uma chikungunya, o que se faz nas primeiras 72 horas após uma situação de risco de HIV, como medir a pressão em casa sem cometer os erros que mudam o número.
A diferença de tamanho é proposital. A dúvida que chega no meio da noite é curta, e um texto de três mil palavras sobre a doença inteira não é a resposta dela. Todo artigo termina apontando para o verbete correspondente, onde o assunto é tratado por completo: a pergunta vem curta, a explicação longa fica a um clique.
Por isso os artigos desta lista podem ser lidos fora de ordem. Nenhum deles depende de ter lido o anterior, e cada um carrega suas próprias fontes, sua data de revisão e o estado editorial do texto, exatamente como um verbete.
Reconhecer: a maior parte dos artigos existe porque duas doenças parecidas chegam com o mesmo rosto. Chikungunya e dengue: como diferenciar compara os quadros lado a lado, sintomas iniciais da dengue descreve as primeiras horas, e como reconhecer os sinais do AVC e agir rápido trata do acidente vascular cerebral, em que o reconhecimento é o tratamento.
Agir no tempo certo: alguns artigos têm relógio. O que fazer nas primeiras 72 horas e quando procurar atendimento em caso de suspeita de dengue marcam prazos; crise de asma: o que fazer enquanto espera o atendimento descreve o intervalo entre a ligação e a chegada do socorro.
Sustentar o tratamento: o terceiro grupo não trata da emergência, e sim do dia. Diabetes tipo 2: o que muda no dia a dia, hipertensão: como medir a pressão em casa e DPOC e tabagismo: por que parar de fumar muda o quadro falam de rotina, hábito e acompanhamento, que é onde uma condição crônica se ganha ou se perde.
Cada artigo declara as doenças de que trata, e é por essa declaração que ele aparece. A página do artigo lista as doenças citadas; a lista de doenças mostra o artigo sob o verbete correspondente; e as páginas de região, que não listam artigos próprios, os deriva automaticamente das doenças que o artigo nomeia.
Na prática, isso significa uma coisa para quem lê: seguir um artigo leva a três lugares diferentes, e todos eles falam do mesmo assunto. Se o artigo sobre viagem para a Amazônia e malária é o ponto de partida, o verbete da doença e o tema da prevenção estão a um clique dele.
Febre súbita em uma área com dengue circulando: comece por sintomas iniciais da dengue, siga para quando procurar atendimento e, se a dúvida for entre dengue e chikungunya, para como diferenciar. O verbete completo fica no fim desse caminho, não no começo.
Diagnóstico de diabetes acabado de chegar: leia o verbete primeiro, e depois o que muda no dia a dia. A segunda leitura é a que transforma o diagnóstico em rotina; sem ela, o texto médico fica parado.
Cuidado antes de adoecer: a sequência é vacinação: o que é o calendário básico, hepatites virais: quais têm vacina e como se proteger em áreas com transmissão de zika. Aqui o objetivo não é reconhecer um sintoma, e sim não chegar a ele.
Como se transmitem, quais são os sintomas e o que reduz o risco de infecções por vírus, bactérias e outros agentes, de arboviroses a HIV e hepatites.
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